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Vitamina D: Para que Server, Benefícios e Deficiência

Vitamina D

A Vitamina D é popularmente conhecida por ser a vitamina adquirida através da exposição ao Sol.

Ela desempenha funções importantes no nosso corpo, principalmente no que diz respeito à regulação da concentração de cálcio e ferro no organismo.

Por isso, é importante ter exposição à luz solar diariamente, mas e quando isso não é possível? Os suplementos de Vitamina D-3 podem te ajudar?

Isso e muito mais você verá neste artigo. Saiba quais são os benefícios e como adquirir os níveis ideais de Vitamina D mesmo não estando exposto ao sol.

O que você irá encontrar neste artigo:

O que é Vitamina D?

A Vitamina D pertence à classe das vitaminas lipossolúveis. Ou seja, elas são solúveis em lipídios e outros solventes orgânicos. Diferente das hidrossolúveis, como é o caso da Vitamina B e da Vitamina C, a Vitamina D não é solúvel em água.

Para que seja absorvida, é fundamental que exista a presença de lipídios, da bile e do suco pancreático. A Vitamina D é armazenada principalmente no fígado, o que atesta a importância das lipossolúveis na absorção pelo intestino.

Para que serve a Vitamina D?

A Vitamina D é importante em vários processos do organismo, sendo necessário calibrar os seus níveis para obter os melhores benefícios desse lipossolúvel.

Sendo assim, entre as principais funções desta vitamina:

Melhoria no sistema imunológico

Com o sistema imunológico fortalecido, é possível evitar a infecção por bactérias e vírus. Por isso, se tornou muito popular em meio a pandemia da COVID-19 no Brasil e no mundo.

Previne doenças

O câncer de mama, próstata e colorretal podem vir a ser evitados caso os níveis de Vitamina D estejam regulados. Outras doenças, como a esclerose múltipla também é beneficiada pela vitamina, evitando a proliferação de células malignas.

Evita a diabetes

O pâncreas, órgão produtor de insulina e principal impactado pela ação da Vitamina D no organismo, regula os níveis de glicose produzidos no sangue, evitando assim o diagnóstico da diabetes em muitos casos.

Fortalecimento dos dentes e dos ossos

O aumento do cálcio e ferro no organismo acaba tendo um impacto direto e positivo no fortalecimento dos ossos e dentes ao longo da vida. Para mulheres em menopausa, a Vitamina D é ainda mais benéfica para a boa manutenção da estrutura óssea, evitando assim a osteoporose durante a terceira idade.

Redução de inflamações

Outra grande vantagem da vitamina no organismo é que ela diminui a produção de substâncias inflamatórias e contribui diretamente no combate de doenças autoimunes, como é o caso do Lúpus e a da artrite reumatoide.

Uma pesquisa realizada por médicos da Universidade Federal de Pernambuco constatou que manter os níveis adequados da vitamina é vital para a melhora de sintomas de doenças autoimunes.

Em alguns casos, uma suplementação vitamínica pode ser prescrita pelo médico para melhorar a distribuição dos seus benefícios.

Boa saúde cardiovascular

A diminuição da pressão arterial através da atuação da Vitamina D evita o grande risco de hipertensão e demais doenças cardiovasculares.

Fortalecimento muscular

A Vitamina D está diretamente ligada ao processo de formação dos músculos, sendo responsável pela agilidade e força muscular.

Principais fontes de Vitamina D

A principal e mais reconhecida fonte de Vitamina D é a exposição da pele aos raios solares por pelo menos 15 minutos por dia e em horários entre 10h e 12h ou entre 15h e 16h30.

Apesar de ser a fonte mais conhecida, ela não é a única para se obter a quantidade necessária para o bom funcionamento do organismo. Alguns grupos alimentares são bastante ricos e podem ser uma excelente complementação para a saúde.

Além disso, a suplementação através de polivitamínicos naturais também são bastante importantes, especialmente para quem sofre de deficiências mais graves no acúmulo da vitamina no organismo.

Alimentos que contém Vitamina D

Poucos são os alimentos que dispõem da produção natural de Vitamina D em suas propriedades, entretanto, ainda é possível consumi-la no dia a dia com refeições saudáveis.

Peixes como salmão, atum, truta e cavala possuem o mínimo de 2% de gordura e são produtores naturais de Vitamina D em uma dieta saudável. Óleos de fígado de peixe também são altamente recomendados para o consumo.

As carnes suínas, bovinas, de frango e de peru também contém Vitamina D. Apesar de serem em níveis bem mais baixos que o peixe, ao serem combinadas de maneira correta, podem gerar benefícios importantes para a saúde.

O leite industrializado é conhecido como uma grande fonte de cálcio para o consumo humano. Além, disso é comum ver em algumas embalagens a presença da vitamina, dessa forma se torna bastante importante para a complementação da Vitamina D.

Derivados de leite como queijo e também a gema do ovo, também são ativos naturais dessa lipossolúvel. A presença maior nestes alimentos é de D3, também conhecida como colecalciferol, importante nutriente para driblar possíveis deficiências da vitamina.

Por fim, os cogumelos têm se mostrado uma importante fonte de Vitamina D por seu cultivo ser com luz UV, o que aumenta os níveis da vitamina no alimento e o torna um excelente alimento para ser adicionado em uma dieta mais saudável.

Suplemento vitamínico de vitamina D

Atualmente, é possível obter uma boa suplementação de Vitamina D através de suplementos vitamínicos de base natural. Sua ingestão é estimulada por diversos médicos, especialmente após os 60 anos, para a regularização do organismo e funções metabólicas desempenhadas pelo intestino.

Valores diários recomendados

De acordo com Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), os valores diários de Vitamina D se diferem para cada faixa etária. Dessa forma, os níveis ideais são:

  • Para lactentes, crianças e adolescentes: ingestão de pelo menos 400 UI/dia de vitamina D;
  • Para adultos, doses de manutenção variam entre 400 e 2.000 UI/dia, a depender da exposição solar e da coloração da pele;
  • Para idosos, as doses recomendadas variam de 1.000 a 2.000 UI/dia ou 7.000 a 14.000 UI/semana, também de acordo com o grau de exposição ao sol e à cor da pele.

Esses valores, entretanto, precisam ser baseados também por meio dos níveis de suplementação. Sendo assim, antes de iniciar a dosagem, exames laboratoriais, como o de sangue, devem ser feitos para descobrir os valores presentes no organismo.

O resultado do exame de sangue deve vir apresentando as seguintes informações:

  • Deficiência - abaixo de 10 nanogramas por mL;
  • Insuficiência - entre 10 e 20 nanogramas por mL;
  • O ideal - entre 20 e 60 nanogramas por mL;
  • Acima da dosagem ideal - entre 60 e 100 nanogramas por mL;
  • Superdosagem - acima de 100 nanogramas por mL.

A partir dos valores listados acima será mais fácil para o médico indicar uma dieta à base de Vitamina D para corrigir deficiências ou ainda diminuir a superdosagem.

Riscos da superdose em Vitamina D

O excesso de Vitamina D no organismo pode ocasionar um enfraquecimento dos ossos e elevação de cálcio no sangue, levando a quadros de arritmia cardíaca e desenvolvimento de pedras nos rins.

Entretanto, deve-se entender que o excesso só é alcançado através do uso exagerado da suplementação. Os banhos de sol não oferecem esse perigo para o corpo.

Vitamina D Efeitos colaterais

Os efeitos colaterais podem surgir de duas formas: reações comuns (>1/100 e <1/10) e reações raras (>0,01% e ≤0,1%).

Reações comuns

São consideradas reações comuns a sensação de fraqueza, perda de peso, dor muscular, cefaléia, secura da boca, perda do apetite, náuseas e vômitos.

Reações raras

As reações raras geralmente ocorrem quando há excesso do consumo de Vitamina D, podendo levar a uma toxicidade. Em adultos, são identificados sintomas como dores abdominais, diarréias, vômitos, hipercalcemia, polidipsia e desidratação.

Vitamina D Contraindicação

A ingestão da Vitamina D através de cápsulas e comprimidos não deve ser utilizada por pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes.

Sua suplementação também é contraindicada em pacientes que apresentem hipervitaminose D, taxas elevadas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea, além de ser evitado em casos de má-formação óssea.

Já no caso da suplementação em gotas, além dos citados acima, casos de hipercalcemia ou hiperfostatemia com osteodistrofia renal também devem evitar a ingestão por este meio.

Crianças com menos de 3,3kg, a menos que indicado pelo médico, devem evitar tomar o suplemento.

Conclusão

Vemos que a Vitamina D é essencial para fortificação óssea e desempenha, junto às vitaminas do complexo B, a missão de desenvolver o crescimento correto de crianças e manter adultos e pessoas de terceira idade longe dos riscos de fraqueza nos ossos.

No entanto, embora a suplementação seja extremamente recomendada, é importante que o paciente também mantenha uma rotina de exposição ao sol pelo menos 2 vezes na semana para que o acúmulo da vitamina seja satisfatório.

Lembre-se nada substitui hábitos saudáveis!

Gostou do nosso artigo? Então comente compartilhe e diga você já faz uso de suplementos de Vitamina D ou está pensando fazer? Você acredita que você tem esposição ao sol suficiente para produzir Vitamina D nos níveis recomendados?